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XVII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
18/11/2009 - Diário do Nordeste
Um estudo que avalia o grau de controle glicêmico e as características demográficas, clínicas e metabólicas das pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) será apresentado hoje no XVII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). O evento ocorre de hoje até o próximo dia 21 de novembro, no Centro de Convenções de Fortaleza.
Entre as principais questões a serem levantadas, a endocrinologista Adriana Forti destaca discussões sobre novos avanços terapêuticos, fatores da etiologia da doença e, principalmente, a importância do envolvimento da equipe médica com a educação do diabético. "Para garantir o controle efetivo da glicemia, é necessário que o paciente seja educado acerca dos modos de como calcular a quantidade de carboidratos e de insulina, que deve ser aplicada antes de cada refeição. Além disso, ele precisa conhecer o seu problema e se adequar ao tratamento de uma maneira tranquila e feliz", ressalta a especialista.
Segundo Marília Brito Gomes, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, a DM1 é perigosa, já que representa total falência pancreática na produção de insulina e a medicação oral é ineficaz. "São necessárias injeções de doses de insulina para controlar a glicemia nesses indivíduos", atenta.
Em 77% dos casos, o diagnóstico da doença é feito antes dos 15 anos de idade. A enfermidade, que atinge especialmente crianças e adolescentes, não tem causa definida. Conforme Marília Gomes, o aparecimento da DM1 pode estar relacionada a uma série de fatores, por exemplo, a hereditariedade e as infecções virais.
É necessário, portanto, ficar atento aos sintomas característicos, que são perda de peso e sede excessiva. "Quanto mais cedo a descoberta, menos complicações", finaliza
Entre as principais questões a serem levantadas, a endocrinologista Adriana Forti destaca discussões sobre novos avanços terapêuticos, fatores da etiologia da doença e, principalmente, a importância do envolvimento da equipe médica com a educação do diabético. "Para garantir o controle efetivo da glicemia, é necessário que o paciente seja educado acerca dos modos de como calcular a quantidade de carboidratos e de insulina, que deve ser aplicada antes de cada refeição. Além disso, ele precisa conhecer o seu problema e se adequar ao tratamento de uma maneira tranquila e feliz", ressalta a especialista.
Segundo Marília Brito Gomes, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, a DM1 é perigosa, já que representa total falência pancreática na produção de insulina e a medicação oral é ineficaz. "São necessárias injeções de doses de insulina para controlar a glicemia nesses indivíduos", atenta.
Em 77% dos casos, o diagnóstico da doença é feito antes dos 15 anos de idade. A enfermidade, que atinge especialmente crianças e adolescentes, não tem causa definida. Conforme Marília Gomes, o aparecimento da DM1 pode estar relacionada a uma série de fatores, por exemplo, a hereditariedade e as infecções virais.
É necessário, portanto, ficar atento aos sintomas característicos, que são perda de peso e sede excessiva. "Quanto mais cedo a descoberta, menos complicações", finaliza
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